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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

“MULHER, SEU NOME É FORÇA” “Na vida privada ou no espaço público”.

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“MULHER, SEU NOME É FORÇA” 

“Na vida privada ou no espaço público”. 



A Mulher é instrumento essencial à vida, marcou a história humana, sempre demonstrando força, e ainda assim,sua imagem foi associada a fragilidade. 

O descortinar dos fatos, mostrou sua importância em diferentes períodos da história humana.

A luta da mulher, em busca de dignidade, sempre existiu, mesmo demonstrando habilidade e competência, não foi valorizada. 

E em determinados períodos históricos, a força era sinônimo de adoração, e as mulheres sempre foram vistas como o sexo frágil, enclausuradas em seus próprios lares, procriavam e cuidavam dos afazeres domésticos, era tratada como um ser  inferior, condenada a ser  submissa ao seu marido, sem direitos políticos, sem  direito a felicidade, felicidade esta, que de todas as conquistas com certeza foi a maior.

Nascer mulher era sinônimo de casamento e maternidade, como se suas vidas se resumissem a isso e estas fossem as únicas formas de realização que uma mulher pudesse ter, e de fato, em determinado contexto histórico foi, e em algumas culturas, ainda são, mas apesar disso as coisas mudam, os seres humanos são agentes ativos de sua história.

A década de setenta, foi marcante para o movimento feminino, a busca de igualdade entre os gêneros em todas as áreas, conquistou direitos e deveres que só aumentam dia após dia, mesmo com todas as dificuldades, pois  vivemos em uma sociedade machista, onde uma mulher só é completa, se preencher todos os requisitos impostos por ela.

Para satisfação da massa, a mulher dos dias atuais deve ser : mãe exemplar, excelente esposa e dona de casa perfeita,  além de uma eximia profissional, isto em um mercado extremamente competitivo e escasso de oportunidades, levando as mulheres a concorrerem entre si e com os homens. 

Vivemos em um mundo machista. no Brasil temos estatísticas alarmantes que comprovam isso, dentre elas a violência doméstica, decorrente em alguns casos da insatisfação sentida pelo  homem, diante do sucesso profissional de sua companheira.

A constituição de 1988 foi uma das maiores conquistas da mulher brasileira, pois trouxe a igualdade de direitos e os deveres, entre os gêneros.(artigo 5º, I).  A mulher que antes vivia, para a família nos limites do lar, nos dias atuais rompeu barreiras e ocupou também os espaços públicos, e postos de comando, exercendo profissões que antes era exclusivas de homens, isso sem deixar de ser, o que o que sempre foi, “mãe”, em dias em que a força já não tem mais nenhuma relevância por ter sido substituída por braços mecânico, através da tecnologia encontrada em toda parte, o diferencial no âmbito profissional tem sido a delicadeza feminina, situação vivida anteriormente durante a revolução industrial, época em que as mulheres se destacaram na indústria têxtil por sua delicadeza, habilidade e menor custo na mão de obra.

A cada dia mais espaços públicos são ocupados por mulheres, com cidadania ativa, trazendo uma profunda mudança social, com novos valores éticos e democráticos onde as mulheres alcançaram espaços inimagináveis como à política, votando e sendo votada, ao ponto de uma mulher ser o chefe de Estado em nosso país.

As mulheres ocupam cargos de comando em grandes empresas, disputam com igualdade constitucional concursos públicos com  homens, uma luta que teve um início trágico, no período da revolução industrial, quando na cidade Nova York,  cento e vinte nove operárias têxteis, foram queimadas vivas por ordem de seus patrões, pois lutavam pela redução da jornada de trabalho e por  melhores condições de vida.

A mulher está em toda parte, os dias são outros e a dominação masculina já não existe mais, a mulher já provou, que de frágil nada tem, ao contrário, demonstra sempre sua força, e determinação fazendo por merecer, cada espaço conquistado nas áreas públicas e privadas.

Deise Lobo.






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